Mostrando postagens com marcador Praticando o Evangelho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Praticando o Evangelho. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Três estímulos para aqueles que amam a Bíblia

Entrei no Seminário Martin Bucer (Facebook) este semestre e em meu caminho para São José dos Campos estava ouvindo o audiolivro Think [Pense, publicado pela Fiel]. Alguns trechos sobre sermos aplicados à leitura Bíblica me chamaram a atenção. Gostaria de dedicar este trecho a todos os amantes da Palavra de Deus, em especial seminaristas (grifos meus). Espero que vocês sejam edificados.

1. Não coloque o Espírito contra o estudo aplicado da Escritura

“[...] Paulo disse a Timóteo: “Pondera o que acabo de dizer, porque o Senhor te dará compreensão em todas as coisas” (2 Tm 2.7). A ordem era que ele pensasse, considerasse, usasse a mente para tentar entender o que Paulo estava dizendo. E a razão que Paulo apresenta para a ordem de pensar é esta: “Porque o Senhor te dará compreensão”. Paulo não coloca essas coisas em tensão: pensar, por um lado, e receber de Deus o dom de entendimento, por outro lado. Essas duas coisas andam juntas. Pensar é essencial para chegarmos ao entendimento. Mas o entendimento é um dom de Deus.

2. A alegria está no outro lado do trabalho árduo

“[...] A pessoa que não aceita a dor e a frustração permanecerá em baixos níveis de realização e gozo. Por exemplo, aprender a dirigir um carro é algo cheio de tensão. [...] Mas, se você desistir, perderá as alegrias de dirigir onde lhe agrada e de ser capaz de realizar uma conversa enquanto dirige, o que ocorre somente quando o dirigir já se tornou algo natural.
[...] A alegria está no outro lado do trabalho árduo. Esse é um elemento básico de todo crescimento. Parte da maturidade está em compreender o princípio da satisfação protelada. Se você não pode aceitar o sofrimento do aprendizado e quer satisfação imediata, você perde as maiores recompensas da vida.
Isso também se aplica à leitura da Bíblia. As maiores riquezas são para aqueles que trabalham com empenho para entender tudo que ela contém. Na Bíblia, há centenas de conexões e significados que não saltam da página na primeira leitura – pelo menos, não para mim. Tenho de ler devagar e começar a fazer perguntas sobre as palavras e as conexões. Ou seja, pensar tem de se tornar intencional.
[...]
Mas já compreendemos que nossa habilidade de leitura – nossa habilidade de pensar – que nos serve tão bem na maior parte de nosso tempo, não vê tudo que a Bíblia tem a dizer. Chega o momento em que decidimos ser intencionais em nosso pensar, para crescermos no que vemos e entendemos. Se não escolhemos pensar com empenho, aceitaremos um nível de entendimento de adolescente pelo resto de nossa vida.”

3. Fazer perguntas é a chave para o entendimento

Quando falo a respeito de tornar-se intencional em pensar com empenho, isto é principalmente o que estou querendo dizer: fazer perguntas e labutar com nossa mente para respondê-las. Portanto, aprender a pensar frutiferamente nos textos bíblicos implica em que temos de formar o hábito de fazer perguntas. Os tipos de perguntas que você pode fazer ao texto são quase intermináveis.
  • Por que ele usou essa palavra?
  • Por que ele a usou aqui e não lá?
  • Como ele a usa em outras passagens?
  • De que maneira essa palavra difere desta outra que ele poderia ter usado?
  • Como a combinação destas palavras afeta o significado dessa palavra? [...]

segunda-feira, 25 de junho de 2012


Jim Eliot


 "Aquele que dá o que não pode manter, para ganhar o que não pode perder, não é um tolo"

A história de Jim Elliot e seus quatro amigos é uma das histórias missionárias mais empolgantes e inspiradoras.
Jim Elliot nasceu em 8 de Outubro de 1927 na cidade de Portland, no estado americano de Oregon. Jim pertencia a uma família cristã dedicada ao Senhor; desde cedo foi instruído nos caminhos de Deus, e veio a receber a Cristo como seu salvador aos 8 anos de idade. Fred, um pastor batista, e Clara Elliot, seus pais, eram bastante cuidadosos quanto à instrução bíblica de seus filhos e exerceram forte influência na formação de suas vidas.
Jim revelou-se um jovem bastante talentoso, destacando-se em todas as atividades que se envolvia. Era líder de sua classe, e detentor de uma brilhante oratória. Elaborou um aclamado discurso de honra em homenagem ao presidente americano, Franklin D. Roosevelt, por ocasião de seu falecimento. Graduou em "desenho arquitetônico" na High School e depois se transferiu para a faculdade cristã de Illinois, a Wheaton College, onde se graduou com as mais elevadas honras.
Convicto de sua vocação e chamada, Jim prioriza seus estudos com o intuito de alcançar a melhor preparação possível para o seu ministério. Empenha-se no estudo do grego, já visando uma possível tradução do evangelho para alguma lingua nativa. Segundo o registro de seu diário, sua vida tinha sido profundamente impactada pelos testemunhos de missionários como David Brainerd e Hudson Taylor. Jim Elliot orava constantemente: "Consuma minha vida, Senhor. Eu não quero uma vida longa, mas sim cheio de Ti, Senhor Jesus. Satura-me com o óleo do teu Espírito...". Durante seus estudos conheceu Elizabeth Howard, que também tinha um chamado para missões transculturais. Apesar de seus sentimentos um pelo outro, aguardaram em oração a confirmação de Deus, e somente após a graduação eles se casaram. Jim e Elizabeth se casaram em 1953, na cidade de Quito (Equador) e em 1955, nasceu sua filha Valerie.
Jim recusou convites para pastorear em algumas igrejas nos ministérios da juventude. Para alguns líderes, Jim tinha um futuro bastante promissor no ministério pastoral nas igrejas do EUA. Por esta razão foi criticado quando insistia em sua decisão em levar o evangelho de seu Salvador aos índios na Amazônia. Jim convenceu dois de seus amigos (Ed mcCully e Peter Fleming) que trabalhavam com ele numa rádio de difusão do evangelho a participarem da escola linguística, juntamente com ele e Elisabeth. Mais tarde , os três amigos e suas esposas (Jim e Elisabeth casaram-se no Equador) partem ao Equador para trabalharem com os índios Quechua. No Equador, um piloto missionário, Nate Saint, e sua esposa juntaram-se ao grupo.
Conseguiram estabelecer uma estação da missão entre os índios Quechua. Jim e Elizabeth trabalharam na tradução do Novo Testamento para a língua dos quechuas. Nesse tempo Jim se lembrou dos índios aucas (hoje conhecidos como Huaoranis) que tinham a fama de serem muito violentos e que não possuiam nenhum contato com o mundo exterior. Com o propósito de levar o evangelho aos índios huaoranis, o grupo começou a elaborar um plano que ficou conhecido como Operação Auca.
Roger Youderian, um novo missionário, com sua esposa pediram para se juntar ao grupo. Nate Saint, conseguiu avistar alguns índios aucas sobrevoando algumas áreas que foram demarcadas no mapa da operação. A partir de então começaram sistematicamente sobrevoar as áreas dos huaoranis durante quatro meses levando presentes. Amarrado por uma corda, um balde cheio de roupas, bugicangas, cereais e fotografias dos missionários era levado pelo avião que em vôos baixos deixava cair os presentes. Os índios aucas chegaram a colocar no balde um papagaio e alguns enfeites de suas vestimentas. Diante do progresso alcançado, os cinco jovens missionários resolvem montar um acampamento às margens do rio Curray. Através de uma estação de rádio comunicavam constantemente com suas esposas que tinham ficado na base da missão.
Pouco tempo depois, um grupo de quatro índios visitaram os missionários em seu acampamento. Os missionários deram-lhes presentes e alimentos como um sinal de paz. Outros contatos foram feitos por mais algumas vezes e um daqueles índios chegou a voar com Nate Saint em seu avião, sobrevoando sua própria aldeia. Incentivados por uma visita no dia 7 de Janeiro, os missionários decidiram ir até a aldeia dos huaoranis. Acordaram cedo e louvaram ao Senhor na manhã de 8 de Janeiro. Nate e Jim sobrevoando a área da aldeia dos aucas avistaram um grupo de 20 a 30 índios se movendo em direção ao acampamento. Através do rádio comunicaram com suas esposas e decidiram ás 16:30 entrarem em contato novamente.
Ao chegarem na praia de seu acampamento, Nate e Jim avisaram aos outros que os aucas estavam vindo. Munidos de armas decidiram não utilizá-las. Pouco tempo depois chegaram os aucas e pouco esses cinco jovens puderam fazer. Foram mortos pelos aucas naquele dia de 8 de Janeiro de 1956. Angustiadas pela demora do contato de seus maridos, suas esposas solicitaram imediatamente ajuda. Helicópteros e forças do exercito equatoriano sobrevoando o rio Curray encontraram os corpos de quatro missionários (não foi encontrado o corpo de Ed McCully). Seus corpos foram encontrados brutalmente perfurados por lanças e machados. O relógio de Nate Saint foi encontrado parado em 15:12 minutos, do que se deduz a hora em que foram mortos.
As esposas desses missionários, apesar da grande dor que sofreram, decidiram continuar com a missão, e algum tempo depois foram sucedidas na evangelização dos aucas. A tribo foi evangelizada e alguns anos mais tarde, o assassino de Jim Elliot, agora convertido ao Senhor Jesus e líder da igreja na aldeia batizou a filha de Jim e Elizabeth no rio onde seu pai tinha sido morto.


A vida e o testemunho desses cinco missionários martirizados por amor ao evangelho têm inspirado até hoje centenas de jovens a dedicar suas vidas ao Senhor da seara. Jim Elliot procurou servir a Jesus com todas as suas forças e a maior parte de sua vida e de seu ministério é contado por sua esposa Elizabeth em dois livros publicados posteriormente. Sua célebre frase, encontrada em seu diário nos inspira a entregar sem reservas a nossas vidas nas mãos do Mestre: "Aquele que dá o que não pode manter, para ganhar o que não pode perder, não é um tolo".

Fuente:// httpwww.atanycost.org 




segunda-feira, 12 de março de 2012

Os Covardes devem deixar o exército!!!

Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for medroso e tímido, volte, e retire-se apressadamente das montanhas de Gileade. Então voltaram do povo vinte e dois mil, e dez mil ficaram.
Juízes 7:3
  Porém mesmo os que são valentes e desejam lutar no exército do Senhor não poderão fazê-lo se não for devidamente habilitado por Deus. Na sequência do texto você entenderá que daqueles 10.000 homens, valentes, que desejavam ir a guerra, só 300 foram selecionados por Deus para a batalha. por quê?  Porque eram vigilantes, e devidamente preparadospara a peleja. Entedam algo queridos; no exército do Senhor não há baixas no campo de batalha, por que só milita nele os que são devidamente habilitados e autorizados pelo Senhor! Aqueles que receberam o PODER do ESPÍRITO SANTO!!
Pr. Marcos
Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for medroso e tímido, volte, e retire-se apressadamente das montanhas de Gileade. Então voltaram do povo vinte e dois mil, e dez mil ficaram.
Juízes 7:3
Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for medroso e tímido, volte, e retire-se apressadamente das montanhas de Gileade. Então voltaram do povo vinte e dois mil, e dez mil ficaram.
Juízes 7:3
Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for medroso e tímido, volte, e retire-se apressadamente das montanhas de Gileade. Então voltaram do povo vinte e dois mil, e dez mil ficaram.
Juízes 7:3
Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for medroso e tímido, volte, e retire-se apressadamente das montanhas de Gileade. Então voltaram do povo vinte e dois mil, e dez mil ficaram.
Juízes 7:3
Agora, pois, apregoa aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for medroso e tímido, volte, e retire-se apressadamente das montanhas de Gileade. Então voltaram do povo vinte e dois mil, e dez mil ficaram.
Juízes 7:3

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Deixar Brilhar a Luz do Evangelho — Lucas 8:16-25

EVANGELHO, BRILHAR, LUZ, TEOLOGIA, ESTUDO BIBLICO
Leia Lucas 8:16-25. Incoerência de nossa parte, bem como palavras e atos descaridosos e desobediência ao que sabemos ser nosso dever, impedirão nossa luz de brilhar. Se Cristo acendeu sua lâmpada, confie em que ele a colocará no velador certo, de onde poderá brilhar melhor. Sua luz está acesa para iluminar! O relacionamento mais íntimo com Jesus não é o da natureza, mas o da graça. Ouvir em seu coração a voz de Deus, ouvi-la em sua Palavra e na Providência e, então, agir na forma que ela determina, colocará você no mais intimo relacionamento com o seu Senhor. Se você unir sua vida a Cristo, prepare-se para enfrentar tempestades. Mas elas não o podem ferir. Homens e demônios se enraivecerão contra você; mas o poder deles é limitado. Jesus controla as ondas. Dele é o mar, pois ele “o fez” (S1. 95.5). Se ao menos você puder incluir sua pessoa e Cristo no pronome “nós” do versículo 24, nunca perecerá, mesmo que haja contra você tantos demônios quanto há telhas nos telhados das casas. (Veja Isaias 54.17.)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

John Wycliff

Ao anoitecer, pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã” (Sl 30.5). Depois das trevas, do medo e da perseguição, chega o alívio com os primeiros raios de luz. A Bíblia, escondida na era das trevas, começar agora a aparecer. A bem sucedida participação na história da reforma de homens como Martinho Lutero e João Calvino, parece apagar um pouco da importante contribuição de John Wycliff e John Huss. Mas estes foram os precursores do movimento reformado. São chamados de pré-reformadores. Depois de uma época de descontentamento contra os abusos da Igreja Romana por toda a Europa, Deus, pela sua misericórdia, começa a levantar homens para fazer a Igreja de Cristo, a noiva, voltar a ser pura, santa e sem mancha. John Wycliff é chamado de a “Estrela d’alva da Reforma” por ser o primeiro instrumento usado por Deus a enfrentar o sistema papal antibíblica e as injustiças da Igreja Católica. Foi ele quem deu o “ponta-pé inicial” na emocionante história da volta da Igreja às Escrituras Sagradas. A presente lição pretende mostrar o valor do ensino Bíblico para a Igreja de Cristo e a importância de servos que se colocam como verdadeiras ferramentas na mãos do Senhor.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

AMA KIDS - em movimento

Amar é um dom supremo e é seguindo este dom supremo que realizamos um evento muito especial na ERTE (11/09/2011) onde levamos para as crianças um pouquinho do que é ser escolhido para ser amado por Deus.
(Luciana Carvalho)


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Princípios de Deus

Quando andamos por um caminho, por um sonho que não está frutificando abundantemente, é porque está faltando Deus nessa história. Mesmo que a nossa alma nos dê provas incontestáveis de que é Deus mesmo que está falando conosco, mesmo assim corremos o risco de andar em engano.
O homem hoje anda segundo leis regidas pelos seus próprios pensamentos, que tiveram base nos princípios de Deus, mas que com o passar do tempo foram distorcidas pelos preceitos humanos.
Muitas pessoas estão andando fora dos princípios de Deus e ainda assim, desejando que tudo dê certo. Devemos ter como padrão da nossa vida os princípios de Deus, a Palavra de Deus. A Palavra divide alma e espírito, ela nos livra de andarmos segundo os sentimentos produzidos pela nossa alma.
Deus não burla os seus próprios princípios. Deus, em Jesus, cumpriu toda a lei, os princípios que Ele mesmo estabeleceu. Deus sempre começa algo em nossa vida baseado em um princípio.
Muitas vezes nós, na imaturidade, geramos problemas dentro da nossa comunidade por receber pessoas imaturas e já colocarmos essas pessoas no serviço. Ferimos o princípio de primeiro, semear estas pessoas, para no final de todo um processo, elas produzirem frutos. Segundo a Palavra, para qualquer árvore produzir fruto, a semente deve ser lançada na terra e morrer. Não existe crescimento rápido, tudo leva um tempo.
Um dos princípios para se ter um ministério frutífero, é temos um compromisso incondicional com a igreja local.
Deus cria no princípio: "No princípio criou Deus o céus e a terra". Quando Deus disse "Haja luz", tudo que existe é constituído de moléculas de luz. Só se aprende os princípios de Deus estudando a Sua Palavra.
Sl. 101 - Uma pessoa inteligente é uma pessoa que tem luz. Quando Deus traz luz Ele traz conhecimento, entendimento.
Pv.3:19 - Como o homem, com sua inteligência, cria tantas coisas, Deus, com Sua inteligência criou todas as coisas. A inteligência do homem é dada por Deus. O homem não pode produzir nada se Deus não der capacidade ao homem de criar.
Não adianta termos Bíblia em casa, sermos crentes se os princípios de Deus não permearem todas as esferas da nossa vida diária.
Um ministério, uma equipe que prospera em Deus, é uma equipe formada por pessoas maduras, que não deram frutos da noite para o dia, mas por pessoas que gastaram e ainda gastam tempo na presença de Deus. A plenitude do conhecimento de Deus é Cristo. Se eu quero ser sábio, inteligente, eu preciso conhecer Jesus.
Esdras.6:14 - O contexto deste texto é a "fotografia" da igreja hoje. A missão da Igreja é restaurar os princípios de Deus no meio do povo.
Se formos músicos produzindo somente música no Reino, nosso ministério vai passar mais rápido do que a gente imagina. Devemos buscar passar aquilo que é eterno, aquilo que vai permanecer. Nosso objetivo é restaurar os princípios eternos de Deus no meio da Igreja.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Não aceite o pecado

Não aceite o pecado


O pecado tem sido oferecido a VOCÊ todos os dias, e você já sabe disso, mas você tem aceitado o pecado em sua vida? O pecado é muito atraente, no primeiro momento traz felicidade, mas o objetivo do pecado é matar a sua alma. Nome: Pecado Função: Matar a sua alma. Algumas pessoas dizem que: “tudo o que é proibido é melhor” Será mesmo? Se fosse realmente “melhor”, por que será que é proibido? Bem na verdade, nada é proibido, porque tudo é licito, mas nem tudo me convém... 1 corintios 6:12: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.” Nem tudo me convém, e o que não me convém é o pecado, Deus respeita o seu livre arbítrio, porém ELE já explicou para você o que pode e o que não pode, mas você não está amarrado, você pode sim escolher entre pecar e não pecar. Sabe quando você está indo fazer alguma coisa e algo dentro de você diz: - isso não é certo? Você sabe quem fala? Garanto que não é o seu lado bom, hehe, quem fala ao seu coração é o Espírito Santo. E por que ELE fala? Ele fala para te guiar, para te mostrar qual o caminho que você deve seguir, porém a escolha é sua, o SIM ou o NÃO é seu, ninguém ira te obrigar a nada, mas um dia você dará conta de seus atos. Por isso não aceite o pecado, Deus sempre esteve do seu lado mesmo quando parecia não estar. Você vai trocar a presença de Deus por um pecadinho? Por um prazer momentâneo? Pense muito bem antes de escolher, Não é necessário citar capítulos nem versículos, afinal Eu e VOCÊ Já sabemos o que Deus nos diria... DIGA NÃO AO PECADO!!! E que está seja sempre a nossa função... Nome: Filho de Deus. Função: Rejeitar o pecado. Deus abençoe muito a sua vida, e que ele continue te guiando, pois "Até aqui nos ajudou o SENHOR." ;)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Martinho Lutero – Alemanha –1546

Martinho Lutero – Alemanha –1546

Por volta de 1501, dois estudantes de Direito caminhavam apressa­dos por um campo na zona rural da Alemanha, a fim de se esconderem da forte tempestade que se formava. De repente, tiveram a visão repentina de uma luz branca intensa acompanhada de um som ensurdecedor.
Quando um dos rapazes acordou, percebeu o que havia acontecido. Um raio caíra sobre eles. Impressionado por ter sobrevivido, olhou para seu amigo para ver como este estava. Ele não teve a mesma sorte – havia morrido.
Arrasado, Martinho Lutero largou o curso de Direito. Sem dar expli­cações a ninguém, juntou–se à ordem de Santo Agostinho, esperando ali encontrar a resposta do porquê de ter permanecido vivo quando deveria ter morrido com seu amigo.
Como bom estudante, não demorou para que Lutero lesse as obras de Agostinho e de outras personalidades cujos escritos se encontravam na livraria do convento agostiniano.
Um dia, enquanto procurava mais um livro para ler, pegou uma Bíblia em latim que nunca havia visto antes. Nas semanas seguintes, ele estudou aquela Bíblia sem parar e ficou impressionado de ver como a igreja de seus dias estava longe das verdades que passava a descobrir.
Lutero sentiu–se chamado para o ministério e tornou–se padre. Seu grande conhecimento da Bíblia e sobre os pais da igreja logo fizeram com que fosse convidado a dar aulas na recém–fundada Universidade de Wittenberg. Isso se deu por volta de 1508.
Apesar de ter sido convidado para ensinar, Lutero estava mais interes­sado em aprender. Passava muito tempo conversando com outros monges agostinianos mais experientes. E, apesar dos vários assuntos discutidos, o tópico principal sempre era o perdão dos pecados. A igreja da época ensinava que somente por intermédio de um padre alguém poderia alcan­çar o perdão, bem como por meio de obras de caridade e pagamento de indulgências.
No entanto, Martinho Lutero teve acesso aos escritos de São Bernar­do que dizia: "Este é o testemunho que o Espírito Santo dá ao nosso coração, dizendo que nossos pecados estão perdoados. Pois esta é a opi­nião dos apóstolos, de que o homem é gratuitamente justificado pela fé".
"Somos justificados pela fé". Esse era o pensamento que dominava a men­te de Lutero, que aprofundou ainda mais sua convicção ao estudar as cartas de Paulo. Ao mesmo tempo, ele via que as atitudes da igreja divergiam da fé em Jesus Cristo e que os clérigos somente queriam obter poder e riquezas.
Lutero comprovou pessoalmente esse desvio da igreja quando foi a Roma representando a universidade para debater alguns assuntos diante da liderança eclesiástica.
Voltou enojado com tudo o que viu: venda de perdão, superstições dominando o povo, padres corruptos, idolatria e desvios doutrinários de todo o tipo. Depois de retornar à Alemanha, Martinho Lutero formou–se Doutor em Divindades e começou a ensinar diretamente a partir da Bíblia em vez de se basear em outros textos, usando principalmente o livro de Romanos e os Salmos.
Seu ensino era bem diferente do de outros professores, pois apontava para Jesus como o único capaz de perdoar pecados, e dizia que todos deveriam aceitar o dom gratuito que custou a Cristo um preço tão alto.
Quanto mais ele ensinava essas verdades, mais ansiava pela Palavra de Deus, a ponto de aprender grego e hebraico para poder estudar as Escri­turas nas línguas originais.
Em 1513, a igreja em Roma precisava de bastante dinheiro para ter­minar sua mais nova catedral. Para isso, começou a vender indulgências por toda a Europa. Nesse comércio, a pessoa recebia um documento ofi­cial da igreja absolvendo–a de todos os pecados. Entretanto eles eram vendidos como bilhetes de loteria. Chegou a ponto de as pessoas com­prarem indulgências para perdão de pecados que ainda iriam cometer! Lutero ficou indignado com essa direta contradição à Palavra de Deus.
Então, no dia 31 de outubro de 1517, sem qualquer alarde, ele afixou um documento na porta da capela adjacente ao castelo de Wittemberg. Eram no­venta e cinco declarações de fé que ele havia extraído diretamente da Bíblia, condenando a hipocrisia da liderança eclesiástica e suas falsas doutrinas.
Em vez de darem razão a Lutero e submeterem–se à autoridade das Escrituras, os líderes da igreja viram as noventa e cinco teses como uma ameaça que lhes prejudicava a autoridade e o estilo de vida. Prepararam várias armadilhas para prender e matar Lutero, mas de alguma maneira ele sempre conseguia chegar, pregar a Palavra e sair ileso.
Numa dessas ocasiões, ele foi chamado a Worms, na França, para debater seus ensinos. Muitos o alertaram dizendo que era uma armadilha, mas ele respondeu: "Como me convidaram, decidi ir em nome do Senhor Jesus Cris­to,– mesmo sabendo que o número de demônios que terei de enfrentar é igual à quantidade de telhas que cobrem as casas de Worms".
Quando lá chegou, Lutero descobriu que, em vez de um debate, estava num tribunal sendo julgado e condenado por heresia. Todos os seus escritos foram questionados. Então ele recebeu o seguinte ultimato:
–  Chegou o momento de obedecer à ordem do santo imperador roma­no. Você vai confirmar as idéias que escreveu em seus livros, ou vai rejeitar as partes que contradizem os ensinos da igreja?
Lutero respondeu sem erguer a voz, mas com muita convicção:
–  Sua Excelência, o imperador e todos os senhores juízes aqui presen­tes me pediram uma resposta direta, então falarei com toda sinceridade, sem tentar enganá–los. Se eu já não tivesse sido convencido de que o que li nas Escrituras é a verdade – pois não há líder eclesiástico, concilio, rei, ou imperador, todos os quais são homens falhos, que pudessem me convencer do contrário –, alegremente renunciaria meus escritos. Todavia minha cons­ciência está presa e cativa pelas Escrituras. Não posso negar nada do que disse antes, principalmente porque não é bom nem proveitoso ir contra minha consciência. Essa é minha posição. Não há como ser de outra manei­ra. Não tenho mais nada a dizer. Que Deus tenha misericórdia de mim.
O príncipe e os juízes presentes não se agradaram da resposta e disseram.
– O imperador exige que sua resposta seja "sim" ou "não". Você diz que seus escritos são verdadeiramente cristãos?
– Os senhores não conseguiram provar que estou errado, portanto, estou preso pelas Escrituras.
Lutero foi dispensado e, nas horas que se seguiram, foi excomungado e considerado herege. Quando foram buscá–lo para prendê–lo, não consegui­ram achá–lo em lugar nenhum. Lutero retornou à Alemanha e ficou escondi­do lá por alguns meses. Aproveitou o tempo recluso para traduzir a Bíblia para o alemão. Mais tarde, retornou a Wittemberg, onde publicou mais livros e trabalhos combatendo as falsas idéias que a igreja ensinava e distribuiu sua tradu­ção da Bíblia para que as pessoas pudessem ler as Escrituras por si próprias. Seus escritos se espalharam por toda Europa.
Em 1527, Lutero sofreu um ataque cardíaco que quase o matou. Nos anos que se seguiram, ele viu sua saúde deteriorar. Por isso fazia cada vez menos aparições em público para falar. Contudo, já havia marcado sua ge­ração levantando publicamente a questão central: "A fé cristã deve ser go­vernada pela Palavra de Deus ou por homens falhos"? Apesar de essa ques­tão ainda ser tão polêmica em nossos dias, se não fosse pelas firmes convic­ções de pessoas como Martinho Lutero, não teríamos o direito de consul­tar nossa consciência e a Palavra de Deus para decidir como praticar a fé.
Em 1546, com sessenta e três anos, Martinho Lutero morreu em paz. Suas últimas palavras foram as seguintes: "Entrego meu espírito em Tuas mãos, pois Tu me redimiste, ó Deus da Verdade, 'porque Deus tanto amou o mundo, que deu o seu Filho Unigênito para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna' ".
O que dizer de Lutero? Ele foi um louco por Jesus  como poucos. Tinha tanta certeza do que cria que fez de tudo para disponibilizar a Bíblia na língua do povo. Assim, todos poderiam, por si próprios, descobrir a mesma fé verdadeira que ele havia encontrado nas Escrituras.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Chega de “irmãos” – Eu quero amigos!

A amizade é um tema pouco tratado no meio cristão. Pare e pense em quantos livros você já leu sobre amizade cristã. São raros. Estamos tão acostumados em chamar os outros de “irmãos” que esquecemos que também precisamos de amigos.
No começo até imaginamos que, se temos irmãos, logo, temos amigos. Todavia, no primeiro pântano da amargura, percebemos que falta-nos amigos que chorem com a gente e estendam a mão para nos tirar de lá. Como pastor, tenho percebido cada dia mais a necessidade que as pessoas têm de encontrarem amigos. Estão cercadas de “irmãos”, mas dificilmente encontram neles algum amigo. Estranho, não é? Por quê isso?
Às vezes, penso ser por causa da superficialidade que ronda o ambiente cristão em geral. Muitos estão apegados à costumes e gírias cristãs (ex.: A Paz, irmão!… Na bênção?!… E aí, bênção?!), que, em essência, não significam absolutamente nada, que não, demonstrar que um ou outro é cristão. Me perdoem, mas eu detesto estas gírias e costumes. Se algum dia me virem as usando, estejam certos que eu surtei, enlouqueci, ensandeci.
Por exemplo, eu sei que alguém é meu irmão quando ele chega para mim e diz: “A paz, pastor!”… Opa, imagino que esse seja meu “irmão na fé”. Ou, quando estou comprando algo, e a moça do caixa me diz: “Deus abençoe o senhor”, daí penso: essa também é minha irmã em Cristo. Cenas assim acontecem sempre. Aparentemente, tenho uma grande família de “irmãos” e “irmãs”, que não sabem onde eu moro, como me chamo, minhas tristezas, minhas alegrias. Às vezes penso que o jargão “irmão” é igual ao “companheiro” do PT. Se chama todo mundo de “companheiro” sem se pensar no que se está dizendo.
Creio que Jesus, com seu exemplo, nos ensina muito sobre amizade e companheirismo. Jesus decidiu cercar-se de pessoas que o trairiam, negariam, e abandonariam. Ele sabia de tudo isso. Mesmo assim, ele decidiu.
Jesus não ficou esperando que as pessoas viessem procurá-lo para uma amizade. Ele não esperou que alguém o notasse, que alguém puxasse papo, que alguém se preocupasse com ele. Antes, ele decidiu ir e notar, puxar papo, se preocupar com pessoas de dentro e de fora de seu convívio. Se você quer  ter amigos, vá e faça-os! Outro erro, é entendermos que amizade significa ter alguém que se preocupe com você. Totalmente anti-bíblico! Amizade significa você decidir se preocupar com alguém. Quando isso acontece, começasse uma amizade.
O cristianismo e a amizade cristã têm mais a ver com você dar do que receber, fazer do que esperar que façam, amar do que esperar que lhe amem, se preocupar do que esperar que se preocupem. A amizade cristã está sempre voltada para o próximo! Jesus disse que ele:
Não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos … Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos... tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer. (Mc 10.45 e Jo 15.13-15)
Tendo estas palavras em mente, sejamos como Ele! Não nos esqueçamos que amizade cristã tem a ver em servir alguém hoje, e não esperar que alguém nos sirva. Saia! Sirva! Preocupe-se! Ame! Solidarize-se! Siga os passos de seu Mestre. Faça isso. Só não fique parado esperando que alguém se lembre de você e faça algo por você. Isso, pela graça de Deus, poderá ocorrer. Só não se esqueça que, amizade, aos olhos de Deus, tem mais a ver com o que você está decidindo fazer por alguém hoje (um telefonema, um passeio, uma conversa sincera) do que com o fato de ninguém estar se lembrando de você.
Chega de vivermos apenas como “irmãos”. Sejamos amigos, e verdadeiramente irmãos, de carne (pois comemos do mesmo “pão” que desceu do céu) e de sangue (pois estamos lavados e perdoados pelo, agora, nosso grande Amigo!).

segunda-feira, 14 de março de 2011

Louvor e Adoração

      
Louvor e adoração são duas coisas distintas, e objeto de uma confusão tremenda no meio evangélico. Como sempre coloco, há uma ignorância muito grande acerca de Deus na Igreja. Os participantes de nossas igrejas (inclusive muitos Obreiros e cooperadores) têm pouco conhecimento acerca do Deus a quem dizem servir (não que eu tenha muito). Daí porque há um grande número de Obreiros consagrados que acabam por abandonar a Obra ou a Casa do Senhor.
       O Louvor foi elevado a condição de
 MINISTÉRIO, juntamente com a Adoração. O(a) amado(a) leitor(a) já ouviu falar do Ministério de Louvor e Adoração? É tratado como se fosse uma coisa autônoma e independente dentro da Igreja. Isto não corresponde, a meu ver, à melhor interpretação das Sagradas Escrituras.
       Comecemos pelo
 CONCEITO de louvor. O que é LOUVOR? Normalmente o louvor é associado a cânticos, músicas, melodias. Assim, é comum que os "Ministros de Louvor" sejam os músicos, os cantores, os instrumentistas. Estes, normalmente, acreditam que o louvor (isto é, a parte musical) é a parte mais importante do culto, e reclamam do pouco tempo e importância que a ele se dá. Mais: acreditam que o louvor seria o mais importante pilar de uma igreja.
       O louvor, o sacrifício de louvor, de acordo com a própria Bíblia, é o fruto dos lábios que confessam o nome de Jesus
 (Heb.13:15).
       A música sempre teve um papel importantíssimo na cultura humana. E, reconheça-se, ela tem o poder de mudar o estado de espírito de uma pessoa. Isto é, uma pessoa triste pode ficar alegre cantando. E esta tem sido, infelizmente, a forma como o louvor tem sido encarado e praticado em nossas igrejas. Não que isso seja uma coisa ruim. Em absoluto. Mas esta não é a finalidade bíblica e espiritual do louvor, enquanto música e canto.
       Em Tiago 5:13 lemos: 

"está aflito alguém entre vós? Ore. Está alguém contente? Cante louvores".  Tiago 5.13

       Isto é, o louvor é produto, é resultado, é conseqüência. E não fundamento, origem, pilar, base, esteio.
       Lendo-se o livro de Salmos, vemos que os louvores têm sempre um
 FUNDAMENTO, umaCAUSA. Tipo:

"Rendei graças ao Senhor PORQUE Ele é bom"  (Sl.136:1)
ou o cântico de Moisés e o povo em Êxodo 15 (recomendaria que lesse).

         Não sei, como sempre, se estou conseguindo ser claro o suficiente....
       O louvor precisa vir do interior, da alma do cristão. Quando as pessoas começam a cantar hinos e cânticos de louvor que foram gravados por outrem, que viveu experiências fortes e marcantes com o Senhor, mas sem que isso venha do interior, da alma, está se utilizando da música, da melodia, da expressão cantada da mesma forma como os ímpios se utilizam da música nos bares, nas boates, nas festas e nas casas de dança. Em outras palavras: quando as pessoas tristes, magoadas, angustiadas vão às igrejas, e se alegram com os cânticos, e se deixam conduzir pelas emoções produzidas pelos louvores,
 SEM antes consertar o altar (I Reis 18:30), o louvor cantado estará tendo a mesma serventia da música nos bares para quem estava triste. Seu efeito é passageiro, transitório. O louvor tem que fluir de dentro para fora, e não o contrário.
      
 Repita-se: o louvor é fruto, é produto, é conseqüência do que o Senhor Deus fez (e faz) por nós. E não o fundamento de uma vida cristã.
       O Senhor tem feito maravilhas na vida do(a) amado(a) leitor(a)? Então cante louvores. Se não tem, então, primeiro, conserte o altar
 (Atos 15:16). E então o seu louvor será puro e verdadeiro(Isaías 30).
Parte 2
       Estamos falando (escrevendo) sobre louvor e adoração. Na primeira parte, lamentavelmente, fizemos apenas algumas pequenas considerações sobre o louvor. Na presente, lamentavelmente, pretendemos fazer apenas mais algumas pequenas considerações sobre a adoração. Não posso falar(escrever) muito, sob pena de não ter leitores.
       Dito isto, podemos prosseguir.
       A palavra
 "adorar" tem diferentes significados e sentidos, de acordo com o contexto em que são colocadas. Tipo: "adoro peixe defumado"; "Rodolfo Valentino foi um ídolo adorado"; ou

"Então me lancei a seus pés para adorá-lo, mas ele me disse: Olha, não faças tal; sou conservo teu e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus; adora a Deus; pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia." (Apo.19:10).

      
Vamos tentar falar sobre adoração, no sentido bíblico, e não no sentido coloquial ou gramatical da palavra.
       Adoração, conforme já colocado, não se confunde com louvor. São duas coisas distintas, muito embora essa distinção não seja do conhecimento da maioria dos participantes da igreja. Enquanto que o louvor é

"fruto de lábios que confessam o nome de Jesus" (Heb.13:15)
a adoração não precisa de motivos.

       Vou ver se consigo ser mais compreensível. Não existe amor à primeira vista. Existe paixão à primeira vista. Precisamos aprender a amar as pessoas. Elas precisam cativar nosso amor. Nós precisamos cativar seu amor. Mas há certas pessoas que não precisam fazer nada para que as amemos. Nós as amamos simplesmente pelo que elas são: nossos filhos. Nossos filhos não fizeram nada para que os amássemos. E nós os amamos pelo simples fato de serem nossos filhos. Quem tem filhos e os ama entende o que quero dizer.
       Por que amamos nossos filhos desde antes de nascerem? Não sei. Não há explicação. Ao contrario das demais pessoas que precisam cativar nosso amor, o amor pelos filhos nasce com eles. Aliás, já existe antes mesmo que nasçam (mas nós temos que cativar o amor de nossos filhos).
       Assim também deve ser a adoração. Não precisa de motivos, de fundamentos. Deus não precisa fazer nada para que O adoremos. Senão não é adoração. É louvor.
       Para que um cristão comece a
 ADORAR a Deus, precisa ter comunhão, conhecimento, contato, ligação com Deus. Se assim não for, estaremos na mesma adoração dos habitantes de Atenas (Atos 17).
       Adorar a Deus é reconhecer e confessar a sua glória, o seu poder, a sua majestade, a sua magnifência, não importando o que Ele faça ou deixe de fazer. A adoração é pelo que Deus é.
       Na adoração, nos humilhamos diante de Deus, reconhecemos e exaltamos a glória, majestade e poder. Às vezes mesmo sem palavras.
       Na adoração nada se pede, nada se reivindica, nada se agradece. Apenas se exalta, se glorifica ao Senhor nosso Deus. Apenas... se adora, e se alegra pela simples presença de Deus.

"Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; ainda que falhe o produto da oliveira, e os campos não produzam mantimento; ainda que o rebanho seja exterminado da malhada e nos currais não haja gado, todavia eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é minha força, ele fará os meus pés como os da corça, e me fará andar sobre os meus lugares altos." (Hab.3:17-19)

Autor:  Takayoshi Katagiri

terça-feira, 1 de março de 2011

Você sente vergonha do Evangelho?

Por Marcos Teixeira.
Hoje estava vendo no meu orkut o perfil de algumas pessoas que me fizeram convites; pessoas, "crentes" que querem viver do evangelho e nos seus perfis  tem vergonha de dizer que são cristãs, e dizem  que tem uma espiritualidade liberal, na realidade eu nem sei o que significa "espiritualidade liberal", mas para os que tem  vergonha de dizer que são cristão, nos perfis dos orkuts, nas escolas, no meio de amigos enfim, eu só tenho algo a dizer :

Portanto, qualquer que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai, que está nos céus.
Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus. Mateus 10:32,33   e mais...
image_destacada



“Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê: primeiro do judeu, depois do grego. Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como está escrito: O justo viverá pela fé”. Romanos 1.16-17
I – Não tenha vergonha do Evangelho
Por que somos tentados sentir vergonha pelo evangelho? Ser cristão significa ser inferior ou anti-social? O que motiva um cristão sentir vergonha pelo simples fato de ser um seguidor de Cristo?  Vamos ver:
O descaso dos ‘amigos’ e vizinhos.
Muitos temem o descaso e o desprezo dos amigos e vizinhos ao revelar a natureza da sua fé, ao afirmar ser um cristão autêntico. Preferem não perder o contato com essas pessoas colocando em risco a sua confição de fé em Cristo voluntariamente.
Sofrer chacotas e piadinhas.
Muitos temem pelas gozações que os colegas e amigos fazem. Preferem não correr o risco de falar sobre sua fé, porque sabem que sempre haverá algum ‘palhaço’ que tira sarro e que faz piadinhas maldosas.
Temem ser associados àqueles que causam escândalo.
Muitos preferem não dizer que são cristãos porque temem que as pessoas o comparem com o fulano que praticou algo errado. “Se eu falar que sou cristão, vão dizer que estou interessado em ganhar dinheiro, ou que estou fingindo como muitos”.
Temem ser confrontados ou confrontar segundo a fé.
Para não correr o risco de ter que se posicionarem diante das questões que envolvem o destino da humanidade, muitos preferem não falar sobre o que diz o Evangelho para não serem tidos como inconvenientes. Preferem não correr o risco de entristecer as pessoas, para manter uma aparente ‘amizade’ com eles.
Temem ser questionados sobre suas fraquezas.
Muitas vezes, somos tentados a deixar de falar de Cristo, ou sentir vergonha de seu evangelho, por causa das nossas fraquezas. Tememos aquela pergunta difícil: “se você é cristão, então por que faz isso ou aquilo? Por que você fala isso?” Você sente medo de se identificar como cristão, porque, talvez, alguém poderia questionar suas fraquezas.  Mas Romanos 8.1,33 diz: “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.” e “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.”
Alguma vez você já sentiu vergonha de ser cristão ou de ter que demonstrar isso as pessoas com quem convive?
Jesus disse: “Se alguém se envergonhar de mim e das minhas palavras, o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier em sua glória e na glória do Pai e dos santos anjos.” Lucas 9.26
II – Tenha alegria em pertencer ao Evangelho
Temos mil razões para estampar em nosso rosto, e falar com sorriso nos lábios sobre o Evangelho de Cristo. Razões de sobras, que nos dão orgulho em dizer que pertencemos a Cristo, e ao seu Evangelho. Vamos falar sobre algumas delas.
Não tenho vergonha do Evangelho porque ele me libertou com o seu poder.
Se tem algo que o Evangelho faz pelas pessoas é libertá-las de suas prisões de horrores e tristonhas. Não há nenhuma instituição no mundo que faça tanto pelo homem como o poder do Evangelho. Nós que o recebemos somos prova disso. Não somos perfeitos, mas estamos em transformação diária. Cada dia há uma mudança em nós.
Não tenho vergonha do Evangelho não só porque me libertou, mas também porque me trouxe uma nova maneira de viver.
Tirou minha roupagem velha de tristeza, de derrota, de vergonha, e colocou uma nova roupagem de alegria, de esperança, de fé. As coisas velhas se passaram, eis que tudo se fez novo. 2 Co 5.17.
Não tenho vergonha do Evangelho porque acima de todas as coisas boas que me trouxe, ele também me salvou.
A maior prova da manifestação de poder de Deus, não são os milagres que almejamos ver em nossas reuniões, não são as manifestações de dons e línguas estranhas, mas a salvação da nossa alma, que é o resgate da nossa alma da condenação futura, pela qual todos os seres rebeldes sofrerão.
“O evangelho é o poder de Deus para Salvação de todo aquele que nele crê”